Skip to content
Porto Alegre Hoje
  terça-feira 20 outubro 2026
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Exclusivo
junho 17, 2026Celebração dos 120 Anos de Mário Quintana Inspiram Curso de Artes Cênicas julho 29, 2026A Odisseia”: estreia da primeira grandiosa produção capturada inteiramente em IMAX julho 1, 2026Acidente trágico na ERS-287: condutor perde a vida em choque frontal em Restinga Sêca março 18, 2026Especialistas preveem queda de 0,25 ponto na taxa Selic esta semana novembro 13, 2024Ação Criminosa: Médica Planeja Emboscada para Matar Marido Advogado setembro 9, 2026Dentista morre após queda de parapente no Morro Ferrabraz, em Sapiranga setembro 9, 2026Três premiados em Gramado estão entre seis filmes na disputa para representar o Brasil no Oscar 2027 maio 13, 2026Câmara avança com proposta que pode eliminar a escala 6×1 março 18, 2026Acordo entre Mercosul e União Europeia é aprovado pelo Congresso através de decreto março 18, 2026Fórum discute desafios no combate à Influenza Aviária
Porto Alegre Hoje
Porto Alegre Hoje
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Porto Alegre Hoje
  Política  Governo Federal intensifica vigilância no setor de combustíveis.
Política

Governo Federal intensifica vigilância no setor de combustíveis.

Porto Alegre HojePorto Alegre Hoje—março 18, 20260
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

O Ministério de Minas e Energia (MME) criou uma Sala de Monitoramento do Abastecimento, que vai acompanhar, diariamente, as condições do mercado nacional e internacional de combustíveis em articulação com órgãos reguladores e com os principais agentes do setor nos elos de fornecimento primário e distribuição.

Segundo o governo, a iniciativa intensifica o monitoramento das cadeias de suprimento globais de derivados de petróleo, da logística nacional do abastecimento de combustíveis e dos preços dos principais produtos, em razão do Conflito no Oriente Médio – maior região exportadora de petróleo do mundo, com cerca de 60% das reservas globais.

“A pasta também ampliou, nos últimos dias, as interlocuções junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a agentes de preços e de mercado que atuam na produção, na importação e na distribuição de combustíveis no país”, diz nota do ministério.

O objetivo é identificar rapidamente eventuais riscos ao abastecimento e coordenar as medidas necessárias para preservar a segurança energética e a normalidade do fornecimento de combustíveis no país, em linha com medidas já adotadas pelo MME em situações geopolíticas semelhantes.

Até o momento, apesar do cenário de instabilidade, a exposição direta do Brasil ao conflito é considerada limitada. O país é exportador de petróleo bruto e importa parte dos derivados consumidos internamente, sobretudo diesel, mas a participação de países do Golfo Pérsico como fornecedores de derivados de petróleo é relativamente pequena.

Aumento nas distribuidoras

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), enviou um ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitando a análise de recentes aumentos nos preços dos combustíveis registrados em quatro estados e no Distrito Federal.

O pedido foi encaminhado após declarações públicas de representantes de sindicatos (Sindicombustíveis-DF, Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN, Minaspetro-MG e Sulpetro-RS) informarem que distribuidoras elevaram os preços de venda para os postos sob a justificativa de alta no preço internacional do petróleo, associada ao conflito no Oriente Médio.

Até o momento, porém, a Petrobras não anunciou aumento nos preços praticados em suas refinarias.

“Diante desse cenário, a Senacon solicitou que o Cade avalie a existência de possíveis indícios de práticas que possam prejudicar a livre concorrência no mercado, e que podem indicar tentativa de influência à adoção de conduta comercial uniforme ou combinada entre concorrentes”, completa o MME.

Entenda o conflito no Oriente Médio

Pela segunda vez, desde junho de 2025, Israel e os Estados Unidos lançaram ataques contra o Irã em meio às negociações sobre o programa nuclear e balístico do país persa.

A ofensiva mais recente teve início em 28 de fevereiro, quando EUA e Israel bombardearam a capital Teerã. O líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, morreu neste ataque, além de outras autoridades do país persa. O filho do aiatolá, Mojtaba Khamenei, foi escolhido novo líder do país.

O Irã, por sua vez, disparou mísseis contra países árabes do Golfo com presença militar dos Estados Unidos, como Kuwait, Catar, Emirados Árabes Unidos e Jordânia.

Ainda no primeiro governo Trump, os EUA abandonaram o acordo sobre armas nucleares, firmado em 2015 sob o governo de Barack Obama, para inspeção internacional do programa iraniano. Israel e EUA sempre acusaram Teerã de buscar armas nucleares.

Os iranianos, por sua vez, defendem que o programa é para fins pacíficos e se colocavam à disposição para inspeções internacionais.

Por outro lado, Israel, mesmo acusado de ter bombas atômicas, nunca permitiu qualquer inspeção internacional do seu programa nuclear.

Ao assumir seu segundo mandato em 2025, Trump iniciou nova ofensiva contra Teerã exigindo, além do desmantelamento do programa nuclear, o fim do programa de mísseis balísticos de longo alcance e do apoio a grupos de resistência a Israel como o Hamas, na Palestina, e Hezbollah, no Líbano.

O post Governo Federal vai monitorar mercado de combustíveis apareceu primeiro em Agora RS.

combustívelCotidianoEconomiaguerraministérioOriente MédiopetróleopolíticaRedes Sociais
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Porto Alegre Hoje

Trump afirma que os EUA “venceram e enfraqueceram” o Irã
Eduardo Leite lança oficialmente sua pré-candidatura à Presidência do Brasil

Novidades

  • Governo lança programa de anistia de dívidas e incentivos para Microempreendedores Individuais
  • Medidas de Milei provocam queda de 53% nas novas aposentadorias na Argentina
  • Lula aposta em mudança na escala 6×1 enquanto Flávio enfrenta pressão para apoiar a PEC
  • PGR se opõe à remoção do diretor-geral da PF
  • Senado avança com aprovação da PEC da Segurança rumo ao plenário

    #Tags

    Redes SociaisRio Grande do SulCotidianoPORTO ALEGREAgora no TempoEconomiaPlantão RSBrasil e Mundoculturapolíticaprevisão do tempoRegião MetropolitanaAgriculturaValesRegião Norte do RSSerra gaúchaAlerta meteorológicoChuvas no RSRegião CentralRegião Noroeste
    Porto Alegre Hoje. © 2025