Skip to content
Porto Alegre Hoje
  domingo 18 outubro 2026
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Exclusivo
abril 22, 2026UFRGS apresenta mostra dedicada ao cinema indígena em tributo especial agosto 15, 2024Rede de Empresas de Assessor Político Acumula R$ 29 Milhões em Contratos Suspeitos com ONGs setembro 2, 2026Suspeito de se passar por técnico do Grêmio é detido por forças policiais do RS e RJ abril 15, 2026Quarta-feira promete tempestades e vento intenso no interior do Rio Grande do Sul maio 7, 2026Pé-de-Meia ajuda a reduzir evasão escolar em 43% no ensino médio brasileiro setembro 15, 2025Cannabis medicinal pode ser aliada na recuperação muscular e no desempenho esportivo janeiro 21, 2026Janeiro Branco alerta para impactos emocionais em pacientes com doenças crônicas e seus familiares novembro 7, 2025Do palco ao empreendedorismo: School of Rock realiza evento gratuito em Caxias do Sul março 25, 2026RS: Parte do estado em alerta amarelo para tempestade conforme INMET julho 17, 2024Médico Preso em Goiás por Suspeita de Abuso e Perseguição à Ex já Tinha Histórico de Acusações Semelhantes no Rio
Porto Alegre Hoje
Porto Alegre Hoje
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Porto Alegre Hoje
  Política  Senado aprova limite de gastos mais rigoroso em caso de déficit; texto segue para sanção presidencial
Política

Senado aprova limite de gastos mais rigoroso em caso de déficit; texto segue para sanção presidencial

Porto Alegre HojePorto Alegre Hoje—dezembro 21, 20240
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

O Senado Federal aprovou na quinta-feira (19) o Projeto de Lei Complementar (PLP) 210/2024, que estabelece novas regras fiscais para situações de déficit primário. A proposta, parte do pacote de corte de gastos do governo, visa reduzir despesas obrigatórias e alcançar a meta fiscal a partir de 2025. Com 72 votos favoráveis, a medida segue para sanção presidencial.

Principais medidas aprovadas

1. Travamento de incentivos tributários
Em caso de déficit primário — quando as receitas do governo não cobrem as despesas, excluindo juros da dívida pública — ficará proibida a concessão, ampliação ou prorrogação de incentivos tributários até que o superávit seja alcançado.

2. Limitação de despesas com pessoal
Entre 2025 e 2030, o crescimento real das despesas com pessoal será limitado a 0,6% ao ano, exceto em casos de sentenças judiciais. Essa regra valerá para todos os poderes e órgãos, como o Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público e o Tribunal de Contas da União.

3. Bloqueio de emendas parlamentares não impositivas
O governo poderá contingenciar ou bloquear até 15% das emendas parlamentares não impositivas, como as de comissões do Congresso e do relator do orçamento, em caso de resultados econômicos negativos. Emendas individuais e de bancada, obrigatórias por lei, estão fora dessa regra.

4. Criação e prorrogação de benefícios sociais
O crescimento de despesas com novos benefícios previdenciários e assistenciais ficará limitado a 2,5% acima da inflação, seguindo o Novo Arcabouço Fiscal. Isso inclui benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e auxílio-doença.

5. Uso de superávit de fundos nacionais
Entre 2025 e 2030, o governo poderá utilizar superávits de cinco fundos — como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos e o Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito — para abater a dívida pública.

6. Extinção do seguro DPVAT
O texto revoga a recriação do seguro obrigatório de veículos automotores (DPVAT), que estava prevista para voltar em 2025.

Debate no Senado

O relator do projeto, Jaques Wagner (PT-BA), destacou que a medida pode gerar uma economia de R$ 70 bilhões em dois anos. Ele defendeu a urgência na aprovação para viabilizar a estabilização macroeconômica e a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA).

No entanto, o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição, considerou o impacto fiscal insuficiente. Ele criticou a falta de cortes mais profundos e sugeriu medidas adicionais, como a redução do número de ministérios e limites mais rígidos para contratações e aumentos salariais, o que foi rejeitado.

Impactos para o esporte e outros setores

Senadores como Leila Barros (PDT-DF) e Carlos Portinho (PL-RJ) alertaram para os possíveis impactos no financiamento de áreas como esporte, que dependem de incentivos fiscais. Ambos pediram ao governo a criação de uma legislação permanente para o setor.

Próximos passos

O projeto agora segue para sanção presidencial. Com sua aprovação, o governo espera consolidar um arcabouço fiscal mais rígido, ajustando despesas obrigatórias e aumentando a previsibilidade nas contas públicas. Essas medidas complementam outras ações do pacote fiscal, como a PEC 45/2024 e o PL 4.614/2024, que estão em tramitação no Congresso.

FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Porto Alegre Hoje

Justiça Determina Soltura de Empresários Envolvidos em Esquema de Desvio de Recursos Federais
Diretor do Deic é citado em delação sobre extorsões envolvendo o PCC

Novidades

  • Governo lança programa de anistia de dívidas e incentivos para Microempreendedores Individuais
  • Medidas de Milei provocam queda de 53% nas novas aposentadorias na Argentina
  • Lula aposta em mudança na escala 6×1 enquanto Flávio enfrenta pressão para apoiar a PEC
  • PGR se opõe à remoção do diretor-geral da PF
  • Senado avança com aprovação da PEC da Segurança rumo ao plenário

    #Tags

    Redes SociaisRio Grande do SulCotidianoPORTO ALEGREAgora no TempoEconomiaPlantão RSBrasil e Mundoculturapolíticaprevisão do tempoRegião MetropolitanaAgriculturaValesRegião Norte do RSSerra gaúchaAlerta meteorológicoChuvas no RSRegião CentralRegião Noroeste
    Porto Alegre Hoje. © 2025