Skip to content
Porto Alegre Hoje
  domingo 19 julho 2026
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Exclusivo
julho 1, 2026Porto Alegre inicia campanha de vacinação contra pneumonias dezembro 11, 2024Idê Guimarães Brilha Ao Lado Do Marido Em Ensaio Especial De Final De Ano setembro 18, 2025Torneio escolar reúne 500 crianças em projeto social que transforma comunidade em São Leopoldo setembro 18, 2025Chevrolet ultrapassa concorrentes e lidera escolha dos brasileiros de todas as idades, revela Ipsos setembro 18, 2025PF investiga se presidente do União Brasil cedeu aviões usados por membros do PCC maio 13, 2026Estado do Rio Grande do Sul cancela licitação para revitalização do Cais Mauá dezembro 18, 2025Júlia Pereira aposta em estética preventiva e escolhe clínica de Porto Alegre para cuidados faciais com foco na naturalidade março 18, 2026Alerta da Defesa Civil: Quatro cidades do RS estão em risco moderado de deslizamentos agosto 14, 2025Santander e Harvard Business Publishing abrem 2 mil bolsas para melhorar a prática do ensino universitário setembro 18, 2025Perseverança em cena: Mariana Senna e o caminho de uma atleta de elite.
Porto Alegre Hoje
Porto Alegre Hoje
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Porto Alegre Hoje
  justiça  Justiça descobre idoso que desconhecia ação contra banco em investigação sobre advocacia predatória
justiça

Justiça descobre idoso que desconhecia ação contra banco em investigação sobre advocacia predatória

Porto Alegre HojePorto Alegre Hoje—janeiro 30, 20250
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Operação Anarque, do Gaeco, revela fraudes em processos envolvendo vulneráveis; advogado Luiz Fernando Cardoso Ramos é suspenso.

A Justiça de Eldorado (MS) identificou um caso emblemático de advocacia predatória durante o pente-fino iniciado após a Operação Anarque, realizada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado). Um idoso de 82 anos descobriu que tinha um processo contra o Banco Itaú, mesmo sem nunca ter autorizado ou sequer ter conhecimento da ação.

A prática da advocacia predatória consiste no ajuizamento em massa de ações semelhantes contra instituições financeiras e outros alvos, muitas vezes sem o consentimento dos supostos clientes.

Idoso desconhecia ação e processo foi extinto

No caso identificado em Eldorado, o pedido movido em nome do idoso exigia a devolução em dobro de R$ 3.059,36 e uma indenização por danos morais no valor de R$ 10 mil.

“Tendo em vista o envolvimento do patrono da parte executada nos fatos investigados pela Operação Anarque, esta foi intimada pessoalmente para regularizar sua representação. A parte executada, por meio da Defensoria Pública, informou que não tinha conhecimento do processo”, afirmou a juíza Raissa Silva Araújo.

Diante da irregularidade, a magistrada determinou a extinção do processo sem resolução de mérito, destacando a ausência de um pressuposto fundamental para a validade da ação.

O advogado Luiz Fernando Cardoso Ramos, que já havia sido preso durante a Operação Anarque, foi condenado a arcar com as custas processuais e honorários advocatícios do banco.

Justiça reforça pente-fino em processos suspeitos

A Justiça de Eldorado tem convocado clientes de advogados investigados para comparecerem ao cartório e confirmarem se, de fato, autorizaram as ações judiciais movidas em seus nomes.

“Apesar das diversas medidas adotadas por este juízo em centenas de processos, o escritório advocatício que patrocina a parte autora insiste no método irregular, resistindo a cooperar e corrigir as falhas apontadas”, destacou a magistrada.

As investigações indicam que muitos dos processos são ajuizados sem o conhecimento dos clientes, especialmente contra bancos e instituições financeiras.

Esquema milionário e exploração de vulneráveis

A Operação Anarque, conduzida pelo Gaeco, revelou a existência de duas organizações criminosas lideradas por advogados que ingressaram com mais de 70 mil ações judiciais em todas as regiões do país.

As ações, muitas vezes consideradas temerárias pelo Poder Judiciário, tinham como foco alegar fraudes em empréstimos consignados, utilizando procurações obtidas de idosos, deficientes e indígenas para ingressar com processos em seus nomes.

Cerca de 10% das ações terminavam com vitória na Justiça, enquanto outras eram resolvidas por meio de acordos em massa com instituições financeiras.

As investigações apontam que, em menos de cinco anos, os advogados responsáveis pelo esquema movimentaram cerca de R$ 190 milhões, explorando pessoas em situação de pobreza e vulnerabilidade social.

A Justiça segue monitorando os processos ligados a esses escritórios e impondo sanções aos advogados envolvidos, a fim de coibir essa prática que compromete a integridade do sistema judicial.

FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Porto Alegre Hoje

Mulher do jornalista Ricardo Noblat é investigada por desvio de R$ 33 milhões do Incra
Gaeco expõe a força do “Narcopix” em meio à polêmica sobre fiscalização do sistema

Novidades

  • MPF solicita ao INSS a suspensão da obrigatoriedade de biometria para concessão de benefícios
  • Governo do Rio Grande do Sul recorre ao STF sobre auxílio-refeição durante férias de funcionários públicos
  • Rio Grande do Sul oferece 4,9 mil oportunidades de trabalho, muitas sem necessidade de experiência prévia
  • Aumento temporário: teor de etanol na gasolina passa de 30% para 32% por meio ano
  • Justiça determina que Caixa não pode forçar contratação de seguros e produtos financeiros em financiamentos habitacionais

    #Tags

    Redes SociaisRio Grande do SulCotidianoPORTO ALEGREAgora no TempoEconomiaPlantão RSprevisão do tempoBrasil e MundopolíticaculturaAlerta meteorológicoAgriculturaRegião MetropolitanaRegião Norte do RSValesSerra gaúchaRegião CentralChuvas no RSLitoral Norte
    Porto Alegre Hoje. © 2025