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  Cultura  Supergirl” se destaca como uma escolha promissora para o novo multiverso da DC
Cultura

Supergirl” se destaca como uma escolha promissora para o novo multiverso da DC

Porto Alegre HojePorto Alegre Hoje—junho 24, 20260
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Saudações a todos! Hoje, vamos dialogar sobre um tema que atrai muitos amantes do cinema: filmes de super-heróis. Mais especificamente, o foco será na heroína de “Supergirl” (Warner Bros.), que está prestes a estrear nas telonas. Surpreendi-me durante a sessão de imprensa, uma vez que produções desse tipo não costumam me cativar tanto, mas acabei me divertindo bastante. Então, acomode-se e vamos conversar!

Em “Supergirl”, a jovem Kara Zor-el (Milly Alcock) reluta em aceitar seu destino como heroína. No entanto, a situação muda radicalmente quando um vilão coloca em risco toda a galáxia, forçando a kryptoniana a enfrentar sua verdadeira vocação em uma grande aventura.

O filme segue o clássico modelo de história de origem, ainda que tente desviar dessa categorização. À medida que a narrativa principal se desenrola, os flashbacks ajudam a contextualizar o público e a esboçar a trajetória da protagonista. Essa abordagem é especialmente importante porque Supergirl não depende de um herói masculino para resolver os seus desafios.

Pessoalmente, confesso que estou um pouco cansado de filmes desse gênero. A última vez que me empolguei para ver algo no cinema foi com “Vingadores: Ultimato” (2019). A cena final, onde o Capitão América convoca todos com “Avengers, assemble!”, foi verdadeiramente emocionante! Mas essa cena teve todo um desenvolvimento por trás dela—uma saga composta por diversos filmes culminando em um clímax épico. E sabemos bem que tudo que gera lucro continua sendo produzido. Mas até que ponto isso vale a pena?

“Mas Thiago, você está citando Marvel e “Supergirl” pertence à DC”, alguns podem argumentar. Relaxem! Estou apenas compartilhando minha experiência com esse tipo de filme – algo que me fez perder o interesse ao longo do tempo. Além disso, muitas vezes ouvimos a necessidade de assistir séries ou filmes X, Y e Z para entender os novos lançamentos. Isso definitivamente me afastou ainda mais; parece que precisamos fazer um curso preparatório para compreender as tramas atuais. Para ser sincero? Sinto preguiça!

Esse sentimento se estende à maioria das produções dentro do mesmo “universo”. Compreendo que ao apreciar obras complementares se obtém uma visão mais ampla da narrativa e suas referências. Contudo, sou defensor do filme que consegue se sustentar sozinho; uma história com começo, meio e fim autônomos. Um roteiro que pode ter conexões com outras produções, mas sem depender delas para ser funcional.

Confesso que não tinha grandes expectativas para “Supergirl”, mas é meu trabalho e não um mero passatempo. Então lá fui eu! Descobri também que “Superman” (Warner Bros., 2025), outro título pelo qual não estava muito interessado, havia sido lançado antes. Isso gerou questionamentos: seria necessário assisti-lo antes da cabine? Antes da sessão, consultei amigas que estão por dentro desse universo para saber se era fundamental vê-lo anteriormente e, para minha sorte, não era preciso. Elas me explicaram sobre a personagem e isso foi suficiente para garantir uma boa experiência.

E aqui estou eu admitindo: saí da sessão levemente curioso sobre “Superman”. A experiência ajudou a desfazer o estigma de que esses filmes seriam enfadonhos. Embora “Supergirl” não seja uma obra-prima, ela despertou meu interesse pelo universo das histórias em quadrinhos. É um entretenimento válido, porém não sei se irá satisfazer os fãs mais exigentes; trata-se de um filme de origem cheio dos clichês do “arco do herói”. No final das contas, houve um saldo positivo—simplesmente passei pano em algumas conveniências da trama.

As conveniências narrativas não foram tão problemáticas quanto à falta de profundidade de certos personagens secundários. Há situações apresentadas como essenciais na trama que acabam sem significado real no desfecho. Isso leva o espectador a questionar: será que ela realmente precisaria de ajuda?

Essa foi uma frustração particular; gostaria que a coadjuvante tivesse mais relevância na narrativa. Quando parecia que ela ia ter um arco significativo… simplesmente desapareceu sem deixar rastros. O desenvolvimento dela ocorre por meio de diálogos expositivos. Certamente ela não era a protagonista, mas o roteiro deveria ter abordado seu arco como algo relevante e isso não aconteceu.

Fora isso, “Supergirl” é um bom filme com cenas de luta bem elaboradas e coreografadas. Os efeitos visuais são geralmente bons; embora haja algumas cenas estranhas aqui e ali. A trilha sonora também contribui para criar o clima adequado.

Ao final dos créditos, minha experiência ficou com uma impressão positiva geral. Agora quero saber dos fãs: qual foi sua opinião? Como alguém fora do universo DC achei divertido! Depois da exibição, venham compartilhar suas impressões comigo; estou curioso para ouvir vocês.” Um grande abraço e até nosso próximo encontro! Thi.

O post “Supergirl” é uma aposta segura para o novo universo da DC apareceu primeiro em Agora RS.

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