Skip to content
Porto Alegre Hoje
  quinta-feira 2 julho 2026
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Exclusivo
dezembro 28, 2024Moraes aponta ‘absoluta má-fé’ e mantém Daniel Silveira preso maio 20, 2026Ciclista perde a vida em acidente na ERS-118, em Viamão abril 8, 2026Irã bloqueia Estreito de Ormuz e sinaliza fim do cessar-fogo após confrontos no Líbano junho 17, 2026Leite se une a manifestação em apoio à CMPC em frente ao Palácio Piratini abril 8, 2026Ex-presidente Jair Bolsonaro recebe alta e retorna para casa janeiro 23, 2026Rogério Marinho abandona disputa no RN e passa a integrar pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro maio 6, 2026Tempestades à vista: Inmet emite alerta amarelo para o RS entre os dias 5 e 6 de dezembro janeiro 29, 2026Robson Ouro Preto retorna ao mercado de eventos e firma sociedade com a Duettos Music Nordeste setembro 16, 2024Suspeito de Matar Igor Peretto é Preso no Interior de São Paulo novembro 13, 2024Ação Criminosa: Médica Planeja Emboscada para Matar Marido Advogado
Porto Alegre Hoje
Porto Alegre Hoje
  • Home
  • Esportes
  • Justiça
  • Notícias
  • Contate-nos
Porto Alegre Hoje
  Cultura  Toy Story 5″: A mesmice que promete liderar nas bilheteiras
Cultura

Toy Story 5″: A mesmice que promete liderar nas bilheteiras

Porto Alegre HojePorto Alegre Hoje—julho 1, 20260
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Olá, pessoal! Hoje vamos conversar sobre um assunto que encanta muitos de nós: animações. Para começar, quero lançar uma pergunta desafiadora: qual é o seu filme de animação preferido? Sei que é uma escolha difícil. Pessoalmente, minha preferência se divide entre duas opções: da Disney, “A Bela e a Fera”, e da Pixar, “UP: Altas Aventuras”. Agora, vamos falar sobre um dos lançamentos mais esperados do ano: “Toy Story 5” (Disney, 2026).

Embora “Toy Story” (1995) não seja exatamente meu filme favorito, tenho um carinho especial por ele. É inegável sua relevância no mundo das animações. Ver como crescemos junto com esses personagens é algo muito significativo. Pode parecer estranho pensar em crescimento ao falar de brinquedos, mas mesmo que eles não envelheçam fisicamente, aprendemos e amadurecemos ao lado deles. A franquia aborda temas universais e transmite uma mensagem poderosa sobre amizade.

Entretanto, chegamos a um ponto controverso: há quem prefira ver a saga como uma trilogia completa e que não necessita de sequências (spoiler: eu sou desse grupo). Por outro lado, existem aqueles que acreditam na importância de continuar essa história rica em possibilidades. Pessoalmente, acharia que deveria ter terminado no terceiro filme. Mas já que um quarto foi lançado, decidi assistir. E realmente trouxe uma continuidade interessante, abordando a importância da imaginação e do valor emocional dos brinquedos para as crianças. Foi divertido.

No entanto, sabemos que os estúdios seguem a lógica de “se deu lucro, vamos em frente!”. E assim foi anunciado o quinto filme da franquia. Estou escrevendo isso com emoções conflitantes. Apesar de ter ido ao cinema com expectativas baixas, eu realmente queria gostar do novo filme. Lembra da nossa conversa sobre “O Diabo Veste Prada 2”? Fui assistir à sequência cheia de dúvidas e aqui novamente meu receio se concretizou. Enquanto escrevo, sinto vontade de rever os filmes anteriores para tentar entender melhor meus sentimentos sobre este novo lançamento.

Ah, mas alguns podem argumentar que é um filme voltado para crianças! Eu assisti a “A Casa Mágica da Gabby: O Filme”, destinado ao público a partir de três anos e me diverti bastante! Não é esse o ponto! Embora “Toy Story 5” não seja ruim, ele parece desconectado dos filmes anteriores. Ele possui os personagens conhecidos e o título da franquia, mas falta a essência que faz dela algo especial. Isso me entristece profundamente: ver uma saga tão adorada se tornar apenas mais um filme esquecível.

E meu medo em relação à The Walt Disney Studios produzir apenas para gerar lucro se confirmou. Parece que há receio de arriscar novas ideias. E o mais frustrante é que tinham uma premissa muito boa nas mãos: explorar os impactos da tecnologia na vida das crianças. Fico me perguntando até onde as decisões criativas são influenciadas pela direção ou pelo estúdio nas escolhas do roteiro; talvez quisessem algo diferente mas foram impedidos.

De fato, não é um filme ruim em si; porém, quando analisado sob uma perspectiva mais ampla, ele se revela fraco. A trama conta com duas linhas narrativas – sem spoilers – focando tanto nas questões dos brinquedos quanto nas preocupações da criança (mesmo que Andy ou Bonnie não sejam os protagonistas desta vez).

Parece haver uma ênfase excessiva nas questões dos brinquedos enquanto as necessidades da Bonnie acabam sendo secundárias. Essas questões tinham grande potencial para serem aprofundadas, mas foram tratadas de maneira superficial. Essa superficialidade me deixou decepcionado: apresentar a tecnologia como um “vilão” termina por ser resolvido de forma simplista.

Acredito que faltou ousadia nessa nova narrativa. Vivemos em um contexto onde a tecnologia faz parte do nosso cotidiano — isso é indiscutível. Contudo, o trailer sugeria uma abordagem mais impactante sobre como essa tecnologia afeta as crianças; infelizmente, o roteiro não aprofunda isso adequadamente. Não convivo com crianças — gostaria muito de ouvir opiniões de quem tem filhos — mas raramente vejo-as brincando ativamente em espaços públicos; muitas vezes estão apenas olhando para telas eletrônicas.

É como se estivéssemos presos em uma realidade sem cor e sem vida vibrante. Sou nostálgico? Talvez sim! Tenho 31 anos e lembro de tempos onde havia muito mais encantamento para as crianças: ir ao McDonald’s era um evento colorido; muitos pais faziam sacrifícios financeiros para garantir que seus filhos tivessem o brinquedo do lanche. Existiam locais dedicados ao lazer infantil; economizávamos para adquirir salgadinhos por causa dos tazos e a própria Disney tinha sites extremamente interativos.

Hoje em dia parece que essa magia se dissipou. Ao comprar um cereal matinal já não encontramos mais brinquedos; agora há QR Codes direcionando para jogos no celular. Não estou sugerindo que devêssemos voltar à infância eternamente nem fugir das responsabilidades adultas — isso faz parte do crescimento — mas parece que toda a alegria associada à infância pertence ao passado agora estamos reféns da tecnologia em vez de utilizá-la a nosso favor?

Para os fãs da franquia “Toy Story”, acredito que poderão apreciar o novo filme; no entanto, fica minha tristeza diante do fato de observar um longa-metragem significativo tornar-se algo tão vazio… Sem dúvida será sucesso nas bilheteiras e gerará produtos licenciados… Mas a que custo? Esta é apenas minha visão sobre “Toy Story 5”. Estou curioso para saber qual é a sua opinião sobre isso! Um forte abraço!

O post “Toy Story 5” se tornou mais do mesmo, mas deve se tornar campeão de bilheteira apareceu primeiro em Agora RS.

Críticas de cinemaculturaDisney
FacebookX TwitterPinterestLinkedInTumblrRedditVKWhatsAppEmail

Porto Alegre Hoje

Receita Federal libera segundo pagamento das restituições do IR de 2026
Desenrola Adimplentes oferece taxa de juros reduzida para pagamentos pontuais de empréstimos

Novidades

  • Desenrola Adimplentes oferece taxa de juros reduzida para pagamentos pontuais de empréstimos
  • Toy Story 5″: A mesmice que promete liderar nas bilheteiras
  • Receita Federal libera segundo pagamento das restituições do IR de 2026
  • Petrobras anuncia diminuição no custo do querosene de aviação
  • UFRGS apresenta mostra cinematográfica em homenagem à diversidade das identidades queer

    #Tags

    Redes SociaisRio Grande do SulCotidianoPORTO ALEGREAgora no TempoEconomiaPlantão RSpolíticaprevisão do tempoBrasil e MundoculturaAgriculturaAlerta meteorológicoRegião MetropolitanaValesRegião Norte do RSSerra gaúchaRegião CentralChuvas no RSLitoral Norte
    Porto Alegre Hoje. © 2025