Preparem-se, pessoal! Todos em seus lugares, pois a espera está prestes a acabar. Sabemos que ela não tolera bagunça e exige perfeição em tudo. Estão prontos? Chegou “O Diabo Veste Prada 2”! Alguém viu meu cappuccino?
Quem poderia imaginar que, duas décadas após o lançamento do filme original, ganharíamos uma sequência tão grandiosa? Venham comigo para explorar um dos filmes mais esperados do ano!
A nova narrativa traz Miranda Priestly (Meryl Streep) e Andy Sachs (Anne Hathaway) lidando com revoluções na indústria de publicações e revistas. Miranda enfrenta novos desafios em meio a transformações turbulentas no setor de comunicação, além da pergunta mais ampla: a Runway ainda mantém sua relevância nos dias de hoje?
Confesso que estava ansioso para assistir a este filme, mas também um pouco apreensivo. Os fãs de “O Diabo Veste Prada” (20th Century Fox, 2006) têm clamado por uma continuação há anos. Durante esse período, vários membros do elenco expressaram interesse por um novo capítulo. Contudo, até pouco tempo atrás, isso parecia apenas um sonho distante. Quando finalmente foi anunciado o novo filme e o primeiro trailer foi divulgado, minha felicidade foi inegável.
No entanto, antes de entrar na sala de cinema, confesso que uma pequena parte de mim sentia receio. E por quê? Vamos ser francos: apesar de eu ser um verdadeiro fã da Disney, o estúdio não tem vivido seus melhores momentos. O centenário da Disney deveria ter sido mágico, mas acabou passando quase despercebido. Histórias nas quais Walt investiu sua alma parecem ter sido reinterpretadas de forma insatisfatória. O estúdio deixou de ser sinônimo de sucessos estrondosos para se tornar refém de fórmulas desgastadas.
O encantamento do castelo colorido ficou para trás; assim como o McDonald’s trocou seu ícone alegre por uma fachada cinza e monótona.
Diante disso, a nostalgia tomou conta com a produção de live actions das queridas animações. Aproveitando o sucesso dessas sequências muito bem recebidas pelo público, era chegado o momento de trazer mais um grande nome e restaurar um marco significativo no cinema.
<pEssa era a dualidade que me acompanhava ao entrar na cabine de imprensa: feliz e ansioso sobre o que o estúdio poderia apresentar.
<pPara minha satisfação, o filme se revelou tão bom quanto o anterior. Ao reassistir ao original recentemente, pude refrescar algumas memórias importantes. Desde os créditos iniciais até as cenas que mostram as diversas realidades entre os personagens, é notável como o trailer não revela muito do que está por vir. Algumas sequências acontecem logo nos primeiros quinze minutos da projeção, instigando a curiosidade do público sobre os desdobramentos seguintes.
Glamouroso como sempre
Como é habitual em minhas análises, evitarei spoilers! É fascinante observar como o enredo apresenta altos e baixos à medida que avança. Nos momentos em que parece que tudo está tranquilo, algo inesperado acontece; quando você pensa que a calmaria vai durar mais tempo, vem outra reviravolta. Não é nada inovador, mas proporciona muita diversão.
Em certos trechos, senti uma conexão com o livro escrito por Lauren Weisberger, especialmente nas interações entre Andy e sua amiga. Fiquei contente ao perceber que alguns personagens tiveram maior relevância nesta sequência. E claro, Miranda continua sendo uma força poderosa mesmo após vinte anos.
Para os admiradores da franquia, este filme é um verdadeiro banquete. Há referências hilárias às situações do primeiro longa-metragem – desde personagens até acessórios e figurinos… A trilha sonora também evoca lembranças do anterior com novas canções; não poderia faltar “Vogue”, da Madonna (Warner Bros Records, 1990), além de muitos looks deslumbrantes. A produção e a fotografia deste segundo filme estão simplesmente incríveis!
Aqueles que assim como eu são fãs de “O Diabo Veste Prada” vão se divertir imensamente com esta nova entrega! Preparem seus visuais e nos encontramos nas salas de cinema! Um grande abraço glamouroso!
O post Elegância e glamour seguem em alta em “O Diabo Veste Prada 2” apareceu primeiro em Agora RS.
