Saudações, entusiastas do cinema! É uma grande satisfação discutir um dos lançamentos mais aguardados deste ano. Fazia tempo que uma cinebiografia não despertava tanto meu entusiasmo. Preparem-se para uma trilha sonora que promete ser digna do álbum mais vendido da história! Hoje, o foco é nele: o Rei do Pop, Michael Jackson.
Para aqueles que já estão familiarizados com nossas conversas, sei que isso pode soar repetitivo, mas é sempre bom lembrar: as expectativas são um dos meus maiores inimigos nas estreias. Frequentemente, quando me deixo levar pela empolgação em relação a um filme, acabo decepcionado. Portanto, ao longo dos anos, desenvolvi a habilidade de controlar essas expectativas, o que tem proporcionado experiências mais gratificantes.
Quando foi anunciado que haveria um filme sobre a vida de Michael Jackson (1958-2009), confesso que senti uma mistura de emoções. Por um lado, estava animado por ver a história do Rei do Pop nas telonas; por outro lado, receava que se tratasse apenas de mais uma cinebiografia superficial. Assim, comecei um grande exercício mental: manter a empolgação sem permitir que isso me levasse à frustração caso o resultado não fosse satisfatório.
O que posso afirmar é que a produção fez jus à grandeza de Michael. Se eu quisesse entender melhor sua trajetória? Sem dúvida! Mas seria necessário muito mais do que duas horas para abranger tudo. Não é à toa que o filme foi dividido em duas partes para explorar melhor sua narrativa.
Como admirador de Michael Jackson – agradeço à minha mãe por ter me apresentado a grandes artistas desde pequeno – fiquei encantado com o filme. Após conversar com amigos fãs dele, percebi um consenso positivo, embora com algumas críticas pontuais. Ao me considerar um admirador, reconheço que ainda há muitos detalhes da vida dele que desconheço em profundidade. Sou apaixonado por sua música; “Thriller” (1983) está entre meus clipes favoritos… É inegável o impacto revolucionário que Michael teve na indústria musical.
